HISTÓRIA DO LUCIANO E MÔNICA

A NOSSA HISTÓRIA  – Porque: “os incomodados que se mudem”!

Lembro sempre desta frase, dita por alguma criança birrenta em alguma fase da minha infância. Nasci em uma família de classe média em São Paulo, descendente de imigrantes italianos, portugueses e ingleses. Embora nunca me tenha faltado o básico, desde novo aprendi o valor do trabalho, tendo iniciado em meu primeiro emprego, em 1986 como Office Boy, aos 12 anos de idade. Desde cedo, concluí que trabalhar tem basicamente três objetivos: pagar as contas, financiar algum projeto pessoal e contribuir para o crescimento da sociedade a qual você pertence.

Por conta deste meu modo de ver as coisas, sempre procurei dar o melhor de mim em tudo aquilo que me prestei a fazer: Fui Office Boy, balconista de locadora de vídeo, vendedor autônomo de filtro Europa, captador de imóveis em uma imobiliária, professor de história, português e inglês em uma escola de reforço da colônia coreana em SP, estagiário e, finalmente, advogado – profissão que exerço há 16 anos. Desde os meus vinte e poucos anos, uma coisa me incomodava muito no Brasil – a falta de comprometimento das pessoas com aquilo a que elas se prestam a fazer. Desde então, a sementinha do imigrante (genética dos antepassados, talvez) veio germinando dentro de mim, na mesma proporção em que percebia que essa falta de comprometimento se tornava a regra, e não a exceção. A sementinha frutificou de vez com o nascimento de minha filha.

É fácil elencar os motivos que todos elencam – violência descontrolada, corrupção, serviços públicos praticamente inexistentes, economia em frangalhos – mas na minha visão, já de muito tempo, o grande problema do Brasil, o que pesou na nossa decisão de migrar e, sob o meu ponto de vista, a razão de todos os outros problemas é a falta de comprometimento das pessoas, que hoje é praticamente generalizada. E porque isso se generalizou? No início deste texto, elenquei os três motivos pelos quais alguém trabalha. No Brasil, formou-se uma maioria que trabalha apenas pelo primeiro motivo – pagar as contas. O país é avesso a projetos pessoais e o sistema fará de tudo para transformar seu sonho em um pesadelo.

Sonha com um carro novo? Trabalhe como um cavalo para ter o dinheiro da entrada e depois passe três ou quatro anos pagando um financiamento que, ao final, permitiria você comprar dois ou três carros iguais. Conseguiu juntar dinheiro para pagar a vista? Que bom. Só tome cuidado para que alguém, arma em punho, não leve seu sonho em um semáforo da vida. A equação se aplica a qualquer projeto pessoal. Você luta por um sonho e se torna escravo dele. Então, quando as pessoas eliminam os projetos pessoais de sua motivação para o trabalho, acabam automaticamente eliminando também o terceiro motivo, afinal, porque eu vou contribuir para o engrandecimento da sociedade onde vivo, se o sistema vigente é avesso à realização dos meus projetos pessoais? A reação é natural. É inconsciente. É humana.

Acontece que quando as pessoas trabalham única e exclusivamente para sobreviver, elas simplesmente não se aplicam. Fazem tudo de forma mecânica e sem dedicação alguma, esperando que o relógio aponte logo o fim do expediente. É daí que surge o “eu não ganho para isso” que certamente, em algum momento, a maioria das pessoas já ouviu. É nesse momento também que morre a vocação e as pessoas buscam trabalhar não naquilo que gostam, mas no que “dá dinheiro” e, então, surgem as enfermeiras injetando canja de galinha ao invés de soro em pacientes, os engenheiros que constroem pontes para cair, os Juízes cometendo erros grosseiros de julgamento, etc. “Maus profissionais existem em qualquer lugar do mundo”. Verdade. O problema é quando a situação chega a um ponto tal em que a falta de comprometimento é a postura majoritária, como vem se mostrando no Brasil atual.

De nada adianta você ser o pedreiro mais dedicado do seu bairro, se o sujeito da loja de material de construção não lhe entrega os tijolos na data combinada, porque, afinal de contas, o horário de trabalho dele é até as 18:00 e nem um minuto a mais. Pouco importa se você é o garçom mais simpático do restaurante, se o cozinheiro entrega a comida fria para você servir ao cliente. Projetando este cenário uma década adiante, e pensando no futuro da nossa filha, vimos que deixa-la aqui tendo condições de sair e buscar novos ares, seria condená-la a uma existência medíocre, quando acreditamos (os pais sempre acreditam) que ela tem um potencial brilhante a ser desenvolvido.

Nossos motivos, então, podem ser explicados em um pequeno exemplo: Imaginem que inicie no Brasil uma moda de falar grego. Começa de leve, em alguns grupinhos em que não se fala o português. Certamente, o restante, a maioria, olha aquele pequeno número de pessoas falando esquisito e vaticina: “idiotas”. Agora, imaginem que a modinha pega e vai se expandindo até que a maioria das pessoas passem a falar grego. Você, que não aderiu, não entende nada. Pergunto: Quem agora é o idiota? Eles ou você? O que quero dizer, é que, em um determinado momento, notamos que vivemos em um país em que a cada dia mais pessoas falam grego – já são uma maioria, de fato – o que nos deixou diante de duas alternativas: Ou aprendemos a falar grego e ensinamos a língua à nossa filha, ou seguimos o conselho da criança birrenta – “os incomodados que se mudem”. Em 2013, decidimos pela segunda opção.

Nessa parte,  contaremos nossa saga até finalmente conseguirmos imigrar!

 Como: quando eu e minha esposa começamos a morar juntos, há dez anos atrás, decidimos que, já que eu possuía cidadania italiana, poderíamos tentar a vida na Itália. A ideia era meio aventura mesmo: ir  e chegando lá tentar arrumar um emprego e tocar a vida. Nos matriculamos em um curso de italiano em São Paulo porque não falávamos nada da língua. E eis que, com duas ou três semanas de curso, descobrimos que a Julia, nossa filha, estava a caminho. Para, põe a bola no chão e, como dizia o desenho antigo, de volta à prancheta de projetos. Concluímos que nos lançar em uma aventura dessas nós dois era uma coisa, outra coisa bem diferente seria incluir um bebezinho na empreitada.

Morávamos em São Paulo e, ao invés de Roma, nos mudamos para Santos, no litoral, onde poderíamos oferecer uma melhor qualidade de vida à nossa pequena (Santos, afinal, é considerada pela ONU a terceira melhor cidade do Brasil para se viver). Passei, então, a exercer minha profissão, há 70 km de distância de casa, fazendo este percurso diariamente. Mas o desejo, o sonho, continuava lá… apenas interrompido por uma benção, que foi o nascimento de nossa filha. De 2008 para cá, o sonho passou a ter como companheiro dentro de nós, a indignação. Começamos a perceber que de nada adiantava remar para frente, se havia uma horda de gente disposta a fazer força no sentido contrário, firmemente empenhada a fazer o país permanecer como é: atrasado, injusto, corrupto. O período também serviu para amadurecer a ideia. Concordamos juntos que o requisito principal de nosso futuro destino deveria ser “qualidade de vida” e não dinheiro. No entanto, sob a nossa ótica, qualidade de vida não significa apenas menos violência, saúde e educação pública de qualidade e níveis civilizados de corrupção. Para nós, isso significa também e principalmente, alguma identidade cultural com os costumes e o povo que iria nos receber como imigrantes.

Ora, como imigrantes pré-Brexit, poderíamos perfeitamente escolher a Grã Bretanha como destino, já que sou detentor de passaporte da União Europeia. Os salários são maiores – muito maiores – do que Portugal. Mas, ainda que eu e minha esposa tenhamos um bom nível de inglês, não conseguíamos nos ver adaptados ao formalismo e à frieza polar dos britânicos. Nosso canto no mundo teria que ser um lugar que conciliasse oportunidades de viver de forma financeiramente digna, com um pouco de identidade cultural, ainda mais porque iríamos com uma criança pequena, para quem se afastar dos amiguinhos e familiares já seria uma experiência complicada.

Em 2013, a Mônica, minha esposa, lançou, meio que do nada: “e Portugal?”. Tai um país que nunca tinha passado pela minha cabeça. Tudo o que sabíamos era que Portugal integrava, com Grécia e Itália, os países que mais sentiram a crise de 2009. Passamos, então, a pesquisar e ingressar em diversos grupos na internet de brasileiros em Portugal, buscando conhecer seus costumes, regiões, história, etc. Acho que este é o primeiro passo para quem pretende migrar com algum grau de segurança: Saber, da maneira mais aprofundada possível, para onde está indo. Foi um ano de pesquisa. Em janeiro de 2014, colocamos nossa casa à venda. Esse um ano de pesquisa, nos permitiu planejar e concluir que, se vendêssemos nosso imóvel no Brasil, conseguiríamos comprar outro das mesmas proporções em Portugal e ainda teríamos uma sobra para investir em um negócio próprio. 2014… Lembram? Eleições, Dilma x Aécio, início da lava-jato, país começando a dar sinais de que ia para o buraco… e foi! De uma hora para outra, o Euro passou de R$ 2,80 para R$ 4,00, o mercado imobiliário se retraiu e quem tinha dinheiro resolveu guardar no cofrinho ao invés de investir em imóveis. O plano de vender a casa foi, junto com a economia brasileira, para as cucuias.

Descobri, então, que advogados brasileiros podem exercer a profissão sem necessidade de qualquer curso suplementar. Basta reunir algumas certidões da OAB, apresentar na Ordem dos Advogados de Portugal e…. possuir um endereço profissional no País, atestado por um advogado português. Tive, então, uma ideia que a mim me pareceu (tá bom… ainda parece) brilhante: Contataria um advogado português, apresentaria minhas credenciais profissionais e me disponibilizaria para trabalhar um ano de graça e, em troca, ele me disponibilizaria o endereço para eu tirar minha credencial portuguesa e eu ainda aprenderia as peculiaridades da prática jurídica no país. Devo ter mandado currículo a todos os escritórios de Portugal. Todos os dias pela manhã, antes de iniciar o trabalho, enviava dez ou vinte para endereços de e-mail de advogados portugueses. Somente um respondeu para dizer que… Não interessava.

Depois vim a descobrir que os recém formados em Portugal tem que cursar um estágio obrigatório de um ano – não raro, sem receber nada – para poderem obter o cadastro na Ordem dos Advogados. Ora, porque alguém deixaria de contratar um jovem português recém saído da universidade (com tudo fresquinho na cabeça, portanto), para empregar um coroa com 16 anos de experiência em direito brasileiro? Descobri, então, uma figura jurídica muito comum em Portugal chamada “Trespasse”. No trespasse, você não compra “a empresa”, mas sim todo o recheio dela. No caso, por exemplo, de um restaurante, você compra as mesas, cadeiras, fogão, etc, mas não o fundo de caixa, estoque, reservas e dívidas. Você passa a explorar o ponto, com o ferramental necessário, mas sem o risco de ter que assumir a dívida do antigo proprietário. Pensamos, eu e minha esposa, talvez seja este o caminho: Adquirimos uma pequena empresa e tocamos nós dois. “Compramos nosso emprego”.

Traçamos então, um novo projeto: Eu abriria uma conta bancária em Portugal, e, apertando o cinto um pouco, faríamos pequenos depósitos mensais, de forma a criar um relacionamento bancário. Após um determinado período, solicitaria um empréstimo bancário em Portugal (com juros de, em média, 5% ao ano) em valor suficiente a custear a aquisição de um pequeno negócio e as despesas com nossa imigração. Em junho de 2016, no entanto, passamos uma madrugada de terror em nossa casa. Bandidos assaltaram uma empresa de guarda de valores que fica há uns cinco quarteirões do local onde moramos, e tivemos que passar a madrugada deitados dentro do armário do quarto, nos protegendo do fogo cruzado entre criminosos (armados com fuzis e até granadas) e a Polícia. Foi o que bastou. Naquele dia, decidimos acelerar o processo. Se até então, mandávamos para Portugal o pouco de dinheiro que sobrava, dali em diante passamos a apertar um pouco mais o cinto e mandar “o que não sobrava” também. Passamos a procurar oportunidades de negócios na região do Porto.

Em outubro, aproveitei uma oportunidade e finalmente fui, sozinho, para Portugal. As missões que a esposa me pagou: (i) Alterar meu NIF (de não residente para residente); (ii) Submeter ao banco um pedido de empréstimo; (iii) visitar alguns negócios pré-selecionados e; (iv) encontrar nosso canto no país. Com o auxílio de um amigo, solucionei o problema do NIF em um dia. No dia seguinte, submeti ao banco um pedido de empréstimo que, segundo a gerente, tinha grandes chances de ser aprovado e caí na estrada. Foi a melhor coisa que fiz. Locais que imaginávamos ser “a nossa cara” na verdade não tinham absolutamente nada a ver conosco. Encontrei nosso canto quando já estava deprimido, perdendo as esperanças. Fiz contato com um corretor local e lhe pedi que procurasse opções de negócio para trespasse até determinado valor, enquanto eu aguardava a resposta do banco ao meu pedido de empréstimo. Poucos dias após o meu retorno ao Brasil, eis que o corretor – um brasileiro – me contata e apresenta uma oportunidade de negócio que parecia ser boa demais para ser verdadeira: Financiamento via distribuidoras de café. O que acontece é que, em Portugal, o café é quase uma religião. Em razão do gosto dos portugueses pela bebida, há uma verdadeira guerra entre as empresas distribuidoras de café, para angariar contratos de exclusividade com snack bares, restaurantes, quiosques, etc e esta guerra é travada com benefícios aos comerciantes. Isso significa que as distribuidoras oferecem toda a sorte de benesses aos donos de estabelecimentos comerciais, em troca de um contrato de exclusividade no fornecimento de café. Uma dessas hipóteses de benesses ofertadas, é justamente a disponibilização de capital para a aquisição do trespasse de cafeterias, que podem ser devolvidas à empresa de duas maneiras: Ou o valor é pago em 40 vezes sem juros ou é embutido no valor do café vendido ao estabelecimento, que o encarece em cerca de 60%.

Embora já tivesse solicitado o financiamento bancário, por via das dúvidas, deixamos agendada uma reunião para o dia 03 de janeiro com um representante de uma dessas empresas, já que estaríamos passando as férias de fim de ano em Portugal de qualquer maneira. Em novembro, recebi um “não” ao meu pedido de financiamento bancário, o que nos deixou bastante tristes, já que a própria gerente da agência nos havia dito que a probabilidade de aprovação era muito grande. Em dezembro, viajamos, todos juntos, para que a família finalmente conhecesse Portugal e, no dia 03 de janeiro, após visitarmos alguns estabelecimentos comerciais e selecionarmos um, fomos apresentados a um representante de uma distribuidora de café. Após nos certificarmos da seriedade da proposta, submetemos nosso nome à aprovação e, cinco dias depois, recebemos um SIM. Finalmente, depois de tantas indas e vindas, estamos realizando nosso sonho e, no dia 04 de março, estaremos desembarcando em Portugal, desta vez para ficar.

Se foi fácil? Não. Rápido? Para um libriano ansioso como eu, nem um pouco. Valeu a pena? Ainda que nada saia como o planejado, valeu, vale e sempre valerá. O que nos faz seres humanos é justamente essa nossa característica meio nômade, que todos temos por mais estabilizados que estejamos na vida. Alguns, revelam esta característica mudando de emprego, de casa, de cidade. Nós resolvemos mudar de País. Que futuro nos aguarda? Tanto faz, desde que estejamos juntos, enfrentaremos. Então é isso… Dia 04 de março, finalmente, após mais de três anos de planejamento, #partiuportugal!

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20 comentários em “HISTÓRIA DO LUCIANO E MÔNICA

  1. Emocionado, com o coração quase por sair pela boca.
    Parte do que vocês escreverem ocorre na minha vida e na vida da minha família, atualmente estamos fazendo planos e realizando contatos com a comunidade brasileira em Portugal. Espero, em breve, ter o prazer de encontrar as pessoas que já moram em Portugal e compartilhar a felicidade que esses amigos sentem por ter realizado esse sonho. Desejo grande sucesso para vocês!

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  2. Como é maravilhoso saber que a vida se ajeita e tudo corre para o que devia ser!!! Parabéns à vocês pela dedicação ao sonho! Também embarco para Portugal dia 4 de março! Deve ser uma data importante, não? Quem sabe, ainda nos encontramos por lá! Desejo sorte! Sucesso! Feliz por vocês, por mim e quem sabe daqui a pouco, também conto minha história! Grande abraço!

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  3. Mônica , estou estasiada com sua historia , e estou tambem a tratar de tudo! adorei essa historia do café , eu sou “viciada”, em café kkkk , e vou pensar nisso. tenho também uma história pra contar , que claro , se tudo der certo , contarei com maior prazer … meu esposo está agaurdando um contrato de trabalho, para o Algarve, tem aquele periodo da vaga ficar disponivel e blablabla, bom estamos aguardando , ainda tem muita coisa a se fazer, o que me pegou de jeito foi que no Algarve não tem as faculdades que minhas filhas cursam, “tenho que resolver isso!, mas vamos orando , planejando e se Deus quiser , REALIZANDO! ,
    TODA SORTE DO MUNDO NO EMPREENDIMENTO DE VCS !!!! PARABENS!

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  4. Que narração maravilhosa e inspiradora, acredito que muitos se identificam com essa mesma situação e visão do nosso país, eu e meu esposo trabalhamos juntos e estamos desanimados, pois aqui no Brasil só se trabalha realmente para comer e pagar impostos, e com os corruptos e ladrões nada acontece, a inversão de valores já ocorreu por aqui a algum tempo, Deus abençoe os caminhos de vocês e já deu tudo certo, abraço!!

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  5. Gente que história, quase nem respirei ao ler a narrativa. E quero deixar registrado a minha alegria pela realização do sonho de vocês, e aqui estamos, eu e marido, também em busca de alternativas, uma vez que a minha cidadania está demorando para sair. A coisa aqui está cada dia pior e você André, falou a palavra exata, falta de comprometimento, e nós estamos nessa mesma situação, extremamente cansados de tanta coisa errada no nosso cotidiano!
    Obrigada por compartilhar tão bela experiência.
    Desejo muita sorte, alegrias e realizações nessa nova etapa da vida de vocês, e espero, em bem pouco tempo, realizar nosso sonho também.
    Abraços à toda sua família.

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      1. Obrigada, Maria Carolina!

        Com certeza vocês realizarão o sonho de vocês também. Vão aparecer várias pedras no caminho, mas o segredo é nunca desistir. E quando um estiver cansado demais….o outro não deixa a peteca cair. Sorte, sucesso e realizações pra vocês também!!! Bjos

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      2. Mônica é bem isso, desistir jamais! Meu marido também tem a possibilidade de conseguir a italiana, mas iremos primeiro com a minha portuguesa, eu já sou aposentada, mas quero ir como cidadã, afinal de contas sou neta, nada mais justo. E aqui também temos esse sentimento de insatisfação, parece mesmo que falamos outro idioma. Cada dia que passa, mais desanimados ficamos com o nosso país, com a nossa cidade, com as pessoas à nossa volta. Vamos conseguir, tenho total certeza! Obrigada pelo carinho e pela força, e quando tudo acontecer por aqui, viremos contar também! Bjs

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      1. Oww Amo ler bons artigos e já coloquei o blog dele entre meus favoritos. Ficaremos honrados em publicar a história de vocês, pois escolheremos algumas para nosso livro sobre o mesmo tema, futuramente! Estamos no aguardo e obrigada pela confiança!

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